terça-feira, 10 de abril de 2012

Pretérito Indefinido dos verbos regulares - Espanhol

Em espanhol, o Pretérito Indefinido é formado pela raíz do verbo e as seguintes terminações:

1ª CONJUGAÇÃO    2ª CONJUGAÇÃO           3ª CONJUGAÇÃO
         hablar                        beber                                   vivir
        habl-  é                         beb- í                                   viv- í
        habl- aste                      beb- iste                             viv- iste
        habl- ó                            beb- ió                                 viv- ió
        habl- amos                    beb- imos                           viv- imos
        habl- asteis                    beb- isteis                          viv- isteis
        habl- aron                      beb-  ieron                           viv- ieron

Agora veja os seguintes exemplos:
-AR:
Cantar: Canté, cantaste, cantó, cantamos, cantasteis, cantaron.
Bailar: Bailé, bailaste, bailó, bailamos, bailasteis, bailaron.

-ER:
Meter: Metí, metiste, metió, metimos, metisteis, metieron.
Comer: Comí, comiste, comió, comimos, comisteis, comieron.

-IR:
Subir: Subí, subiste, subió, subimos, subisteis, subieron.
Imprimir: Imprimí, imprimiste, imprimió, imprimimos, imprimisteis, imprimieron


Formas dos verbos irregulares 
Existe um grupo de pretéritos indefinidos irregulares, em espanhol, que sofrem alteração na raíz.
Veja:

Estar: estuv-
Tener: tuv-
Haber: hub-
Andar: anduv-
Poner: pus-
Poder: pud-
Querer: quis-
Venir: vin-
Caber: cup-
Hacer: hic-
Saber: sup-


A estas raízes adicionamos as seguintes terminações:
-e
-iste
-o
-imos
-isteis
-ieron

Ejercicios

Elige la forma correcta según lo aprendido en la lección.

1. El año pasado
 una casa nueva.

2. Hace mucho tiempo Ana y yo 
 en un coro.

3. ¿Quién 
 el periódico ayer?

4. El año pasado ustesdes 
 un tango en la fiesta de Navidad.

5. ¿Dónde 
 ayer los documentos?. Ahora no los encuentro.

Poesia Romântica

Casimiro de Abreu - As Primaveras


Poesia e amor 

A tarde que expira, 
A flor que suspira, 
O canto da lira, 
Da lua o clarão; 
Dos mares na raia 
A luz que desmaia, 
E as ondas na praia 
Lambendo-lhe o chão; 
Da noite a harmonia 
Melhor que a do dia, 
E a viva ardentia 
Das águas do mar; 
A virgem incauta, 
As vozes da flauta, 
E o canto do nauta 
Chorando o seu lar; 
Os trêmulos lumes, 
Da fonte os queixumes, 
E os meigos perfumes 
Que solta o vergel; 
As noites brilhantes, 
E os doces instantes 
Dos noivos amantes 
Na lua-de-mel; 
Do templo nas naves 
As notas suaves, 
E o trino das aves 
Saudando o arrebol; 
As tardes estivas, 
E as rosas lascivas 
Erguendo-se altivas 
Aos raios do sol; 
A gota de orvalho 
Tremendo no galho 
Do velho carvalho, 
Nas folhas do ingá; 
O bater do seio, 
Dos bosques no meio 
O doce gorjeio 
Dalgum sabiá; 
A órfã que chora, 
A flor que se cora 
Aos raios da aurora, 
No albor da manhã; 
Os sonhos eternos, 
Os gozos mais ternos, 
Os beijos maternos 
 E as vozes de irmã; 
O sino da torre 
Carpindo quem morre, 
E o rio que corre 
Banhando o chorão; 
O triste que vela 
Cantando à donzela 
A trova singela 
Do seu coração; 
A luz da alvorada, 
E a nuvem dourada 
Qual berço de fada 
Num céu todo azul; 
No lago e nos brejos 
Os férvidos beijos 
E os loucos bafejos 
Das brisas do sul; 
Toda essa ternura 
Que a rica natura 
Soletra e murmura 
Nos hálitos seus, 
Da terra os encantos, 
Das noites os prantos, 
São hinos, são cantos 
Que sobem a Deus! 
Os trêmulos lumes, 
Da veiga os perfumes, 
Da fonte os queixumes, 
Dos prados a flor, 
Do mar a ardentia, 
Da noite a harmonia, 
Tudo isso é - poesia! 
Tudo isso é - amor! 

Indaiaçu - 1857 


Agora é sua vez.Tente encontrar características do Romantismo na poesia !

Texto extra - Romantismo

O início do Romantismo se dá no início do século XIX na Europa,logo após a Revolução Francesa.Na época o grupo social que mais se destacava era a burguesia (Grupo de comerciantes) e assim começava uma nova ordem econômica e social : O capitalismo industrial.
A segunda geração da família burguesa,era então a geração de artistas e escritores.Gerados pela pressão familiar de cuidar do negócio da família,o filho do burguês idealiza um passado vindo da Idade Média e sonha com um futuro perfeito.Eles eram a favor da livre expressão de sentimentos humanos e buscavam uma nova realidade,ou melhor,fugiam da própria realidade idealizando um sonho.
>Por exemplo : Idealizavam um passado da Idade Média,época onde cavaleiros salvavam e buscavam por donzelas,destacando o heroísmo e a nobreza de caráter..Motivado pela fantasia e pela imaginação, o artista do romantismo passa a idealizar tudo; as coisas não são vistas como realmente são, mas como deveriam ser segundo uma ótica pessoal. Assim:

• a pátria é sempre perfeita;
• a mulher é vista como virgem, frágil, bela, submissa e inatingível;
• o amor é quase sempre espiritual e inalcançável.


>Nacionalismo ou Patriotismo:Exaltação da Pátria de forma exagerada, em que somente as qualidades são enaltecidas.


Romantismo na Literatura

      Gerado sob o impacto da Revolução Industrial e da Revolução Francesa, de fins do século 18, o romantismo surgiu no início do século 19, na Alemanha, França e Inglaterra, num momento histórico em que as classes sociais, como as conhecemos hoje, se definiam. Na ocasião, a sociedade se reorganizava e as classes sociais criavam ou redefiniam suas visões da existência e do mundo.
      Das classes sociais desse período, a nobreza e a pequena burguesia são as classes que vão atuar essencialmente no movimento romântico. Assim, o romantismo expressa, nas palavras de Karl Mannheim, os sentimentos dos descontentes com a nova ordem socioeconômica, isto é, com o capitalismo industrial.
     Recém-afastada do poder pelas revoluções, a nobreza só podia amargar uma nostalgia do Antigo regime. Ao contrário, a pequena burguesia expressava espanto e insegurança, vendo barrados pela grande burguesia, pelos verdadeiros capitalistas, seus projetos de ascensão social, desenvolvidos durante a luta contra a nobreza.
    Insatisfeitos e inconformados.Em comum, essas duas classes sociais têm a insatisfação e o inconformismo com a realidade, o que permite compreender muitos traços subjacentes ao movimento romântico. É o caso do escapismo ou evasionismo, a necessidade de escapar ao mundo objetivo, à sociedade, ao tempo presente, em busca de refúgio no mundo subjetivo, no indivíduo, no tempo passado.
        A visão de mundo que privilegia o sujeito ou o subjetivismo, elemento essencial ao pensamento romântico, é uma manifestação de amor à liberdade do próprio romantismo, na medida em que constitui uma afirmação dos valores individuais em oposição às normas sociais. É também uma forma de oposição aos valores neoclássicos dos séculos anteriores, cujo racionalismo artístico passou a ser desprezado em favor de um emocionalismo e de um misticismo (este último, por sua vez, ostenta a religião cristã em oposição à mitolologia clássica, que tinha sido revalorizada durante século 18).
    
 Nacionalismo e inovação.
       Quanto ao subjetivismo, merece ênfase a supervalorização do indivíduo, que tem como contrapartida um certo desprezo pela sociedade. Entretanto, uma ideia de coletividade pode inspirar o Romantismo e ser por ele valorizada: a da união compacta de todos os indivíduos, a da grande coletividade superior às divisões sociais, isto é, a ideia de Pátria, de Nação. Assim, sem trombar com o individualismo, o nacionalismo será outra característica essencial do movimento romântico.
        Entranhados nesses fatores de fundo ou conteúdo, vamos encontrar os elementos formais do Romantismo que, devido à liberdade inerente ao subjetivismo, contrapõem-se à contenção formal do Classicismo do século 18. Desse modo, os gêneros tradicionais da literatura passaram a ser questionados e substituídos pela liberdade inventiva e criativa da escola romântica.

        Amores e aventuras
          De qualquer modo, é ponto pacífico que a forma romance se propaga e consolida no século 19, tendo se tornado o grande veículo de difusão de ideias, sentimentos e emoções, e inclusive crítica social da época. Dando vazão ao registro dos costumes, à ficção histórica, à narrativa de amores e de aventuras, o romance foi a forma que melhor se adaptou às necessidades expressivas dos autores daquela época.
        Da mesma maneira, foi a que melhor serviu ao entretenimento do público leitor de então. Nos centros urbanos, que conheciam um período de franca expansão com a implantação da indústria e dos serviços, a classe média crescia e se consolidava, descobrindo na leitura uma acessível forma de lazer (hoje encontrado na televisão).
         Assim, eram os jovens e as mulheres das cidades, com alguns recursos e instrução, que compunham basicamente o público leitor de romances, onde encontravam, em forma narrativa, uma projeção de suas próprias emoções, expectativas, busca de amor e felicidade, e ainda identificava suas desilusões.

O papel da mídia.
    Além disso, o desenvolvimento do jornalismo no século XIX, com o surgimento de jornais e revistas regulares (diários e semanários) gerou um suporte material que, além de barato e de fácil acesso ao público em geral, se revelou intrinsecamente propício ao romance. Afinal, por apresentar uma narrativa longa, o romance se subdivide em unidades menores, os capítulos.
   Assim, o romance romântico do século 19 era publicado, capítulo por capítulo, numa parte dos jornais, no chamado folhetim, espaço cuja função era amenizar o peso e a gravidade das leituras políticas, econômicas, do noticiário em geral, caracterizando-se pela diversão e o entretenimento.

Características do Romantismo
     Inicialmente, romântico era tudo aquilo que se opunha a clássico. Ou seja, passa a valorizar o caráter popular, o folclore e o que é nacional. O indivíduo passa a ser o centro das atenções, apelando para a imaginação e para os sentimentos, resultando uma interpretação subjetiva da realidade.
   Veja uma tabela abaixo comparando algumas características do Classicismo com o Romantismo.

Classicismo                                                                Romantismo
razão                                                                            sensibilidade
elitização                                                                     Motivos populares
Imagem racional do amor e da mulher       Imagem sentimental do amor e da mulher
erudição                                                                       folclore
paganismo                                                                  Cristianismo
Antiguidade clássica                                                  Idade média
Impessoal, objetivo                                                    Pessoal, subjetivo
Disciplina                                                                    Libertação
Geral, universal                                                           Particular, individual
Modelo clássico                                                         Não há modelos
Formas poéticas fixas                                               Versificação livre
Apelo à inteligência                                                   Apelo à imaginação


http://educacao.uol.com.br/literatura/romantismo-nasce-o-romance-contexto-historico.jhtm


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Geometria

Exemplos para ajudar com os exercícios da lista.


1 - Calcule cos (x - y ) sendo senx = 1/2 e cosy = 4/5
*Para senx = 1/2 
 > sen² x + cos ²x = 1
(1/2)² + cos x² = 1
cosx ² = 1 - 1/4
cosx² = 4 - 1/4
cos²x = 3/4
cos x = raiz de 3/4
cos x = raiz de 3/2


*Para cos y = 4/5
>sen²y + cos²y = 1
sen²y + (4/5)² = 1
sen²y + 16/25 = 1
sen²y = 1 - 16/25
sen²y  = 25-16 /25
sen² y = 9/25
seny = raiz de 9/25
sen y = 3/5


cos(x - y ) = cosx . cosy + senx . seny
cos(x - y ) = raiz de 3/2 . 4/5 + 1/2 . 3/5
cos(x - y) = 4.raiz de 3/10 + 3/10
cos(x -y ) = 4.raiz de 3 + 3 /10


2 - Cos (2pi - x ) [obs pi = 180° e 2pi = 360°]


>cos (a - b) = cosa.cosb + sena . senb
cos(2pi - x) = co2pi.cosx + sen2pi . senx
cos(2pi - x) = cos360° . cosx + sen360°.senx
cos(2pi - x ) = 1.cosx + 0.senx
cos(2pi - x) = cosx


Ps: Folha original comigo :D

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Extra - Verbos






Verbos

É a palavra que indica ação, fato ou fenômeno da natureza, situados no tempo.
  Ação
Exemplo: Nosso time jogou bem.
                                
Estado
A sobremesa ficou deliciosa.

Fenômeno
Está chovendo bastante em Recife.

CONJUGAÇÃO VERBAL
Na língua portuguesa existem três tipos de conjugações verbais. São elas:
1ª conjugação » verbos terminados em AR
2ª conjugação » verbos terminados em ER
Observação: existem verbos terminados em OR, tais como compor, dispor, etc., que pertencem a 2ª conjugação pelo fato de terem origem no antigo verbo POER.
3ª conjugação » verbos terminados em IR

Exemplos:

1ª conjugação      2ª conjugação     3ª conjugação
Cantar                   Vender                  Vir


FLEXÃO VERBAL
O verbo pode variar da seguinte maneira:
Número » singular e plural;
Pessoa » 1ª, 2ª e 3ª;
Tempo » presente, passado e futuro;
Modo » indicativo,subjuntivo e imperativo;
Voz » ativa, passiva e reflexiva.

NÚMERO E PESSOA VERBAL
De acordo com as pessoas gramaticais o verbo varia em número e pessoa. Veja tabela a seguir:

SINGULAR                                       PLURAL
1ª Pessoa Eu abro                         1ª Pessoa Nós abrimos
2ª Pessoa Tu abres                       2ª Pessoa Vós abris
3ª Pessoa Ele abre                        3ª Pessoa Eles abrem

TEMPO VERBAL
Indica quando ocorre o fato expresso pelo verbo. Situa-se nos tempos: presente, passado e futuro.

Presente » Ela canta.
PASSADO 
» Ela cantava (pretérito imperfeito) Ela cantou (pretérito perfeito) Ela cantara (pretérito mais-que-perfeito)
FUTURO  » Ela cantará (futuro do presente) Ela cantaria (futuro do pretérito)

MODO VERBAL
O modo verbal indica maneiras diferentes dos fatos acontecerem.

INDICATIVO » indica a certeza do fato.
Exemplo: Eles viajam hoje.
SUBJUNTIVO » indica um fato duvidoso, hipotético.
Exemplo: Se você jogasse, o time ganharia.
IMPERATIVO » indica ordem, conselho, proibição, pedido.
Exemplo: Volte logo.
GERÚNDIO
        O gerúndio é uma das formas nominais do verbo. Por que "formas nominais"? Porque, nessas formas, o verbo pode em certas situações atuar como nome (substantivo, adjetivo ou advérbio).
            O gerúndio, aquela forma que termina em "-ndo" (falando, bebendo, partindo, correndo etc), pode ser usado com valor de adjetivo.
Por exemplo:
água fervendo 
(água que ferve)
              O gerúndio é usado basicamente para transmitir a idéia de processo, de algo em curso, de algo que dura. O brasileiro exagera no uso do gerúndio, talvez por influência da língua inglesa. Aliás, está na moda uma construção nada elegante: "O senhor poderia estar enviando um fax para nós amanhã". Por que não dizer "O senhor pode enviar um fax para nós amanhã" ? Há exagero nessa combinação do gerúndio a dois verbos; trata-se de um cacoete esquisito.

PARTICÍPIO
          Particípio é, assim como o gerúndio e o infinitivo, uma forma nominal do verbo. É nominal porque tem valor de adjetivo: "A casa foi construída", "A aula está encerrada", "Ele é apressado".
          A maioria dos particípios termina em "-ado" e "-ido": cantado, lutado, partido, vencido, permitido... E todos os verbos têm um particípio. Ou melhor, quase todos. Porque há os que têm mais de um. São os chamados verbos abundantes, que têm dois particípios: o regular, maior e terminado em "-ado" ou "-ido", e o irregular, menor e de variada terminação.Como usá-los? Por motivos sonoros, a gramática recomenda usar as formas regulares com "ter" e "haver" e as irregulares com "ser" e "estar": "O árbitro já o tinha expulsado", "Ele já foi expulso pelo árbitro".
         Há, porém, três verbos especiais que hoje, preferencialmente, só são usados com os particípios irregulares. São "ganhar", "gastar" e "pagar", todos, por coincidência, relacionados com a carteira ($). Por isso, deve-se dizer/escrever "eu tinha ganho", "eu tinha gasto", "ele havia pago", e não "eu tinha ganhado", "eu tinha gastado", "ele havia pagado".
          E o caso "pegar"? Existe a forma "pego"? Antigamente, não existia, era só "pegado". Hoje, além de amplamente usada, ela está nos dicionários e no Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa. Ou seja, "pego" pegou.